A cada momento surgem novos modelos de dispositivos baseados na tecnologia por pressão negativa – vácuo – focados no tratamento das feridas crônicas de difícil cicatrização.
Inicialmente os modelos eram formatados para uso em ambiente hospitalar, exigindo assim a manutenção dos pacientes em regime de internação. Em alguns casos e, na prática, essa tem sido a alternativa possível.
Entretanto, a evolução para a portabilidade dos novos equipamentos permitiriam que quantidade expressiva de pacientes pudesse ser desospitalizada sob acompanhamento em regime ambulatorial e até mesmo domiciliar. Vislumbra-se aí o significativo impacto que poderia ocorrer na redução dos custos desse procedimento.